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title: "Money Robot: a ferramenta de automação de backlinks que eu usei"
description: "O que era o Money Robot, pra que ele servia na automação de SEO e como eu encaixava ele na minha rotina de criação de links em 2017."
canonical: "https://ficaadica.com.br/novidades/money-robot-automacao/"
language: "pt-BR"
type: "BlogPosting"
author: "Paulo Teixeira"
sameAs:
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# Money Robot: a ferramenta de automação de backlinks que eu usei

Esse post é de 2017 e fica aqui como registro histórico de uma época em que eu testava bastante ferramenta de automação de SEO. Uma delas era o **Money Robot**, e eu quero te contar o que ele era e como eu usava, sem enrolação.

Pra quem nunca ouviu falar: o Money Robot era um software de criação automática de backlinks. A ideia dele era simples — ele se cadastrava em várias plataformas espalhadas pela web e criava contas e postagens com o link do seu projeto. Era automação de SEO no sentido mais direto da palavra, tá? Você configurava uma vez e o programa fazia o trabalho repetitivo por você.

## Pra que servem os backlinks, afinal

Antes de falar do programa em si, vale lembrar o básico. Um **backlink** é um link de um site de terceiro apontando pro seu. Na época, esse link passava parte da autoridade do site de origem pro seu projeto.

Se a gente traz isso pro mundo real, é como alguém falando do seu negócio em público: quanto mais gente relevante te cita, mais conhecido você fica. A consequência dessa popularidade era um ranqueamento melhor no Google. Esse era o raciocínio que movia praticamente toda ferramenta de automação daquele tempo.

## As plataformas que o Money Robot cobria

O Money Robot trabalhava com vários tipos de plataforma. Os principais eram:

- **Blogs Web 2.0** — os WordPress, Livejournal e companhia. Você criava um blog e ia abastecendo com postagens dos seus projetos.
- **Social Bookmarking** — sites de favoritos, onde você cadastrava nome, descrição e link.
- **Web Diretórios** — guias e listas online, tipo lista telefônica da web.
- **Wikis** — sites parecidos com a Wikipédia, só que menores. Os links costumavam ser nofollow, o que pra mim sempre foi natural numa estratégia bem montada.
- **Perfis e fóruns** — aqueles cadastros que têm um campo "Website" pra deixar seu link.
- **Diretórios de artigos, RSS e Press Release** — pra diversificar.

A menina dos olhos, pra mim, sempre foi o **Blog Web 2.0**, porque permitia criar posts infinitos e variar bastante a estratégia. Mas eu nunca parava só nisso, né? A graça estava em combinar formatos diferentes pra montar uma estrutura que parecesse o mais natural possível.

## Como eu encaixava ele na rotina

Na época eu já era apaixonado por outra ferramenta parecida, o RankerX, que eu usava quase desde o lançamento. Comparar os dois sempre foi meio complicado — pra ser honesto, a melhor ferramenta acabava sendo aquela com a qual você se acostuma mais.

O Money Robot não ficava pior por causa disso, longe disso. Era mais uma boa opção no mercado pra quem queria automatizar a criação de links. Naquelas semanas de 2017 eu andava rodando ele em um dos meus servidores, justamente pra testar se conseguia deixar minhas contas Web 2.0 mais fortes. Eu gostava de diversificar, então a ideia era usar mais de uma ferramenta em paralelo.

E aqui vai uma coisa que eu repetia muito pros meus alunos: **não sejam ratos de biblioteca**. Não existe receita de bolo. Se existisse, seria horrível — todo mundo estaria na mesma posição no Google. A ideia sempre foi pegar o conhecimento, moldar e adaptar à sua necessidade.

Na época eu usava mais de oito ferramentas pra criar e gerir links, e de tempos em tempos pesquisava umas novas só pra estudar. O Money Robot foi uma delas, e fica registrado aqui como parte dessa história — a era em que automatizar SEO significava configurar software pesado e deixar rodando no servidor. Hoje o jogo é outro, mas o raciocínio de diversificar e testar continua valendo, né?
